quarta-feira, 18 de julho de 2007

DESCULPE, O SEU FILHO PRATICA DESPORTO?

Sabemos que estão dispostos a fazer tudo pelo bem-estar dos vossos filhos.
Sabemos também que costumam acompanhar a actividade desportiva que eles realizam e que gostam de lhes proporcionar uma experiência agradável, de os encontrar satisfeitos depois dos treinos e das competições, de os ver obter resultados acima da média e ganhar as provas ou os jogos em que participam.

Pois bem! Gostaríamos de recordar que o vosso comportamento e a maneira como os acompanham na prática desportiva quotidiana que eles realizam, vai condicionar os efeitos dessa presença, podendo mesmo, sem querer, estar a minimizar os potenciais efeitos positivos que o desporto lhes pode trazer, transformando-os em influências desagradáveis, ou mesmo prejudiciais, para a sua correcta formação.

É certo que não estão sozinhos nessa responsabilidade treinadores, dirigentes, árbitros, amigos e adeptos em geral, cada um à sua maneira e de acordo com a sua área de intervenção compartilham desse dever, que é tanto social como desportivo. Treinador, pai e jovem praticante formam mesmo o triângulo básico deste tipo de prática, sendo o correcto relacionamento que se estabelece entre eles, um argumento determinante para a qualidade da experiência vivida e para o tipo de benefícios que o desporto lhes proporciona.

A dimensão destes benefícios passa, em certa medida, pela forma como os pais o acompanham, pela maneira serena e comedida como o ajudam a viver o seu dia a dia, pelo modo como colaboram nos momentos de alegria e de tristeza que eles, certamente, irão encontrar.

Nestas circunstâncias, de que maneira é que os pais podem contribuir para que os seus filhos vivam momentos agradáveis quando praticam desporto, beneficiando de tudo aquilo o que essa actividade lhes pode proporcionar, para a sua formação tanto como praticante, como enquanto futuro cidadão adulto?


O que os pais DEVEM FAZER para ajudar os filhos que praticam desporto:

. Estar presentes nas competições em que eles participam;
. Encorajá-los a respeitarem as regras da modalidade e do espírito desportivo;
. Dar bons exemplos através de um relacionamento amigável com os pais e os acompanhantes dos adversários;
. Realçar sempre o prazer de fazer desporto e a alegria de participar;
. Elogiar o esforço realizado e os progressos conseguidos;
. Aplaudir todas as boas jogadas e as marcas alcançadas, independentemente de que as realiza;
. Ajudar a conciliar as suas actividades escolares e desportivas;
. Apoiar e acompanhar a actividade, sem pressionar ou intrometer-se;
. Ter sempre presente que se trata de uma actividade dos jovens e para jovens;
. Ajudar o treinador, o dirigente e o clube na resolução dos problemas relacionados com a actividade desportiva em que está envolvido;
. Ter um comportamento respeitador e comedido perante as vitórias e as derrotas e ajudar os filhos a assumirem semelhante atitude.


O que os pais NÃO DEVEM FAZER para ajudar os filhos que praticam desporto:

. Forçar os filhos a participarem em qualquer actividade desportiva;
. Discutir com os árbitros e juízes;
. Comentar publicamente, de forma depreciativa o comportamento de praticantes, treinadores, árbitros e outros pais;
. Interferir de algum modo no trabalho do treinador;
. Criticar excessivamente os resultados alcançados pelos filhos;
. Ajudar a criar expectativas exageradas sobre o futuro dos filhos enquanto futuros praticantes desportivos;
. Alimentar. Com elogios fáceis o aparecimento de atitudes de vaidade e de sobranceria;
. Proibir a pratica desportiva, como forma de castigo, em particular face aos maus resultados escolares.

in IDP

terça-feira, 17 de julho de 2007

Futebol de 7 - Sistema Táctico: 3-1-2

Funcionamento:
Este sistema teve a sua origem no 1-3-3. O objectivo principal é repartir melhor o espaço, atrasando a posição de um dos avançados até ao meio campo, equilibrando a linha defensiva com a ofensiva.Assim, temos 3 defesas, 1 médio centro e 2 avançados. Existem dois defesas laterais, podendo ter características ofensivas e defensivas, dependendo do nível físico-técnico-táctico dos alunos. O defesa central actua com grande sentido das coberturas, e dando início ao jogo de ataque.Temos então, uma linha nova, ocupada pelo médio centro, com capacidade para gerar o jogo ofensivo, bem posicionado, destacando-se por ser um bom distribuidor em curto ou largo, bom remate, facilidade de chegar à área e espírito de sacrifício para defender.Os dois avançados terão de possuir grande mobilidade, facilidade de desmarcação, velocidade e alto nível de remate. Devem também colaborar no jogo defensivo de forma a dificultar o início do ataque adversário através da pressão sobre a bola.

Vantagens:
Distribuição mais racional do espaço de jogo, permitindo um melhor escalonamento dos jogadores.
Redução das distâncias entre linhas de jogo e entre colegas de equipa.

Desvantagens:
Jogo excessivo pelo centro do terreno pois não dispõe de laterais com sentido ofensivo.
O médio centro tem demasiado terreno a ocupar.
Exige um trabalho táctico maior para coordenar as acções colectivas, na componente ofensiva e defensiva.

in Bragafut

quinta-feira, 5 de julho de 2007

14º Aveiro Cup'2007

Torneio Internacional de Futebol Juvenil

A bola começou a rolar, actualize-se e saiba por dentro tudo sobre um dos maiores torneios realizados em Portugal que decorre entre 04 e 08 de Julho, na cidade de Aveiro.
O “Aveiro Cup” é uma organização da Associação Desportiva de Taboeira com o apoio da Câmara Municipal de Aveiro e da Região de Turismo da Rota da Luz.

Resultados actualizados e todas as informações em: http://www.aveirocup.com/

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Por onde começar a ensinar?

Um dos principais problemas que se colocam aos treinadores ao iniciarem o processo de ensino/aprendizagem com uma equipa de jovens futebolistas é “Por onde começar a ensinar?”
Antes de iniciar o processo de ensino/aprendizagem, o treinador deverá ter em consideração qual o enquadramento em que se deverá basear o ensino do Futebol nos primeiros anos de formação.
A iniciação ao jogo e o despertar do interesse e do gosto pelo Futebol é a principal função que o treinador deverá ter para com os jovens principiantes fundamentalmente entre os 6-8 anos de idade, dentro do seguinte enquadramento:

- Não deverá haver selecção de jogadores;
- Dever-se-á proporcionar a todos as mesmas oportunidades de treinar e de jogar;
- Não deverá haver a realização de campeonatos mas sim convívios desportivos;
- O Futebol deverá ser entendido como uma festa, onde a maior felicidade dos jovens é a de terem a oportunidade de poderem jogar todos juntos.

Partindo deste pressuposto, o treinador deverá então proceder a uma planificação da sua época desportiva, recolhendo o maior número de dados possíveis acerca do grupo/equipa que irá ensinar/treinar, definindo os objectivos pretendidos e elaborando um programa que irá servir de guião e de aconselhamento ao treinador ao longo de todo o processo de ensino/aprendizagem.

O treinador deverá então recolher, entre outros, os seguintes dados que lhe irão ser indispensáveis para a elaboração da sua época desportiva:

. Dados relativos ao clube (localização, passado histórico, tradições, ambições…)
. Condições de trabalho (locais de treino, horários, material, apoio humano…)
. Características gerais dos jovens do seu escalão etário (fisiológicas, psíquicas, táctico-técnicas…)
. Caracterização individual dos atletas (dados biográficos, local de habitação, horário escolar, meio de transporte utilizado, assiduidade, avaliação desportiva, rendimento escolar…)
. Objectivos de formação (nos planos afectivo e social) e de preparação (nos planos psico-motor táctico-técnico…)
. Número e tipo de competições a participar
. Programa anual/plurianual (etapas de ensino do futebol)
. Exercícios dominantes a utilizarem (situações de ensino/aprendizagem)
. Plano de unidade de treino (objectivos, material, conteúdos, duração, número de sessões semanais…)

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Equipamento

O eterno encanto e a popularidade internacional do futebol devem muito ao facto de este ser um desporto que não faz discriminações de carácter económico. Não são necessários, roupa e equipamentos dispendiosos e vastas áreas de terreno, para desfrutar do jogo. Basta uma bola, balizas rudimentares e alguns jogadores entusiastas para participar no desporto favorito do mundo.

Compras económicas:
Para que as crianças possam jogar futebol, os seus pais têm apenas de investir em dois itens de equipamento (três, no caso do guarda-redes), mas estes não têm, necessariamente, de ser dispendiosos. Existe sempre equipamento económico disponível para o comprador consciente, desde que não ponha objecções a usar calçado publicitado por um ídolo em declínio, ou caneleiras da cor usada na época anterior.

Moda e Calçado:
O calçado constitui o item mais importante do equipamento de um jogador de futebol e pode custar uma fortuna, embora este não tenha de ser necessariamente o caso. Recentemente, a linha que divide moda e calçado tem vindo a esbater-se, pelo que não é de surpreender que as crianças se tenham tornado extremamente sensíveis às marcas das botas de futebol.
Logicamente sabemos que não importa que um jogador de onze anos calce botas económicas ou um par de último modelo, publicitado pelo Cristiano Ronaldo, de cores garridas. Contudo, nem sempre a lógica prevalece e existem outros factores a considerar.
A confiança de uma criança pode ser uma coisa frágil e, enquanto que algumas não se importam com o número de riscas das suas botas, outras são afectadas pela marca que usam e pelo estatuto que o seu calçado lhes confere. Em última análise, compete aos pais decidir qual o tipo de botas que devem comprar para os seus filhos, consoante o seu orçamento, o que consideram apropriado e os desejos do atleta.

Tamanho da bola:
Muitos treinadores e professores não se apercebem que não existe nenhum benefício em tentar que as crianças pontapeiem uma bola pesada, de tamanho 5, uma vez que estas normalmente falham. Uma bola de treino de tamanho 3 é ideal para a maior parte dos exercícios de treino aplicados em minis, enquanto que uma bola de tamanho 4 é adequada para jogos de crianças entre os sete e os doze anos.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Perfil do "Treinador Consciente"

Um treinador deve obedecer a certos princípios, sendo um dos mais importantes o sentido de responsabilidade. Deve-se salvaguardar que um treinador deverá ter titulação reconhecida, evitando entregar o comando de uma equipa em formação a treinadores "furtivos", ainda que sejam engenheiros ou médicos, porque poderá acontecer que, ao contrário de ajudar, estejam a prejudicar o futuro desportista.
Até agora, o atleta foi sempre o objecto da valorização, pois toda a investigação lhe esteve direccionada, e melhorou de tal modo que cada vez se conhece melhor os atletas e mais os podemos ajudar. É neste ponto, "ajudar", que surgiram nos últimos tempos dúvidas sobre se o treinador é o adequado, ou tem conhecimentos suficientes para formar os atletas, isto é, conhecer o nível do treinador e saber até onde pode chegar.
Certamente que algumas pessoas, que não têm qualquer titulação desportiva, se escondem atrás dos resultados dos atletas para não aumentar a sua formação ou nível, nem realizar os cursos de treinador. Mas isto leva-nos a colocar uma questão: Não ajudariam mais os atletas aumentando os seus conhecimentos? É óbvio que quanto mais "saibamos", maior será a ajuda que poderemos dar aos nossos atletas.
A formação contínua é uma obrigação a ter em conta. A auto-actualização deve ser um conceito presente na mentalidade de todos. Deve-se evitar que um treinador se "congele" nos seus logros. É sempre bom ter uma teoria geral segura, e solidamente assente numa base científica, que poderá servir de guia no processo de treino, mas deve sempre haver uma reciclagem contínua dos conhecimentos, bem como ser permeável a novas teorias. A frequência a Cursos, Congressos, Colóquios, etc., são elementos formativos que aumentam o repertório e a base de conhecimentos de qualquer treinador.

terça-feira, 29 de maio de 2007

Bola nº 4 vs Bola nº 5

Razões para o uso da bola nº 4 em vez da bola nº 5 para atletas entre 8 e 13 anos.
  • Não danifica a cápsula articular das articulações no momento do impacto do pé com a bola;
  • Evita os ferimentos na parte cervical;
  • Evita possíveis traumatismos por impactos causados através de “boladas” num corpo frágil como o de um jovem, como por exemplo quando defende um livre numa barreira;
  • Favorece o desenvolvimento da criatividade, da fantasia e da imaginação do jovem jogador;
  • Dá mais alegria ao jogo, e evita o medo do jogador em algumas situações do jogo;
  • Aumenta consideravelmente a motivação (entre outras coisas, porque mais objectivos são marcados). ÁREA DO DESENVOLVIMENTO DE COMPORTAMENTOS TÁCTICOS;
  • Dissolve melhor os frequentes aglomerados de jogadores em redor da bola;
  • Melhora as capacidades dos perceptivos de todos os jogadores, porque o seu peso mais leve permite que todos participem em todo o momento no jogo em campo reduzido;
  • Melhora o jogo sem bola, porque são mais os jogadores que podem ser alcançados sobre o portador da mesma e participa mental e fisicamente no jogo. Assim, o atleta aprende a posicionar-se melhor no campo e não se concentrar em volta da bola;
  • Melhora a dinâmica do jogo, garantindo uma maior percentagem de jogo e fácil circulação de bola. Assim, os parâmetros do tempo e do espaço aproximam-se mais ao jogo dos adultos;
  • Permite a realização de fáceis mudanças de direcção no jogo;
  • Facilita a aplicação das instruções tácticas no ataque, como a largura e a profundidade. ÁREA DA EXECUÇÃO DE GESTOS TÉCNICOS;
  • Facilita a execução dos gestos técnicos (durante a condução, drible, passe, desarme, remate, e controlo de bola). Os movimentos ocorrem de uma forma mais natural;
  • Aumenta a velocidade da execução dos gestos técnicos, que é traduzida em menos erros e em mais objectivos;
  • Facilita e incentiva ao jogo aéreo;
  • Obedece melhor as ordens do atleta, cujo o tamanho do pé se adapta ao peso e à circunferência menor da bola. O jovem tem uma sensibilidade maior com esta bola;
  • Exige mais capacidades de habilidade e coordenativas do que forças explosivas;
  • Favorece o desenvolvimento da lateralidade (uso mais frequente do pé menos capaz).

Torneios Futebol de 7

IV TORNEIO CIDADE DE OLIVEIRA DO BAIRRO - Taça Levira

Vai realizar-se, entre 16 e 17 de Junho 2007 em Oliveira do Bairro o IV TORNEIO CIDADE DE OLIVEIRA DO BAIRRO - Taça Levira

Para outras informações: http://ivtorneio.home.sapo.pt/

II- Torneio Internacional Vila de Fermentelos

Vai realizar-se, entre 22, 23 e 24 de Junho 2007 em Fermentelos o II- Torneio Internacional Vila de Fermentelos

Para outras informações: http://www.scfermentelos.pt/

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Convívio entre Mini Foot e SC Beira-Mar

A Escola de Futebol Mini Foot e os pré-escolas do SC Beira-Mar vão realizar um convívio no próximo Sábado dia 26 de Maio pelas 10H00 no Estádio Mário Duarte em Aveiro para atletas nascidos em 1999 / 2000 e 2001.
Um excelente iniciativa entre dois clubes que se dedicam escrupulosamente à formação de jovens atletas.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Alongamento muscular, uma actividade importante.

O alongamento é uma forma terapêutica elaborada para aumentar o comprimento de estruturas moles de tecidos, os chamados músculos encurtados, e desse modo permitir a extensão da amplitude do movimento. Só para exemplificar, repare nos animais domésticos, especialmente cães e gatos: sempre que se levantam, depois de um período de repouso, esticam-se demoradamente antes de se começarem a movimentar.
Antes da prática da actividade desportiva, seja ela qual for, - e também ao seu término -, os alongamentos são necessários para preparar a musculatura para um melhor desempenho físico ou para distribuir o sangue de maneira mais uniforme no tecido muscular. Esses exercícios proporcionam uma maior flexibilidade articular na execução dos movimentos.
Na prevenção de lesões musculares - como a contratura e a distensão - o alongamento é parte obrigatória da rotina entre os atletas profissionais, amadores e iniciantes no futebol.

Para os jovens desportistas o condicionamento e a regularidade desta prática trazem a estes importantes benefícios. Tais como:

· Aumento da flexibilidade do corpo em geral.
· Prevenção no risco de lesões antes da prática desportiva.
· Prevenção de contraturas irreversíveis.
· Recuperação com maior rapidez da amplitude do movimento normal das articulações.
· Preparação do corpo para o esforço, evitando riscos aos músculos esqueléticos, tendões e articulações.
· Após a actividade física, alguns alongamentos recuperam os músculos mais exigidos e cansados e já preparam a musculatura para a próxima actividade.

Cuidados no alongamento:
· Para quem não está acostumado, é preciso começar com cautela e de maneira progressiva. Mas alongue sempre no início de cada actividade física.
· Excesso de carga nos alongamentos pode, em vez de prevenir, prejudicar.
· Na execução do movimento alongado, observe a postura corporal.
· Para regiões muito específicas, é necessária a orientação de um fisioterapeuta.

Atenções:
· Dores musculares, lombares e tensões musculares podem ser diminuídas com alongamentos, principalmente após os jogos, as actividades mais intensas e as brincadeiras.
· Os alongamentos, na medida em que relaxam, podem regular as actividades do corpo.

Sensação de corpo relaxado:
· Relaxamento, este é a primeira sensação após uma série de exercícios de alongamento.
· Facilidade na movimentação motora.
· Desenvolvimento da consciência corporal. No alongamento, várias partes do seu corpo são focadas e você consegue entrar em contacto com elas.
· Auxilia na liberação dos movimentos bloqueados por tensões emocionais.
· Melhora e activa a circulação.

14º Aveiro Cup'2007

Torneio Internacional de Futebol Juvenil

Vai realizar-se, entre 04 e 08 de Julho, na cidade de Aveiro, o 14º Aveiro Cup, que conta já com a presença garantida de 33 Clubes num total de 64 equipas o que o torna um dos maiores torneios realizados em Portugal.

Este torneio tem já confirmado a presença de quatro equipas de Espanha.
Os jogos vão desenrolar-se por 8 campos de futebol de relva natural e sintética, distribuídos pelos Concelhos de Aveiro, Albergaria e Estarreja numa maratona de 136 jogos.
O “Aveiro Cup” é uma organização da Associação Desportiva de Taboeira com o apoio da Câmara Municipal de Aveiro e da Região de Turismo da Rota da Luz.
As inscrições já se encontram encerradas visto que todas as categorias estão preenchidas.

As categorias de idade são as seguintes:


Categoria C - Nascidos depois do 01/01/1992 - Futebol 11

Categoria D - Nascidos depois do 01/01/1994 - Futebol 7

Categoria D1 - Nascidos depois do 01/01/1995 - Futebol 7

Categoria E - Nascidos depois do 01/01/1996 - Futebol 7

Categoria E1 - Nascidos depois do 01/01/1997 - Futebol 7

Para outras informações: http://www.aveirocup.com

terça-feira, 15 de maio de 2007

Preparação Técnico-Táctica nas Camadas Jovens

Princípios de Treino:

Toda a programação terá como objectivo a evolução dos jovens em várias vertentes, começando na sua formação pessoal, terminando na formação técnico-táctica. Os métodos de treino beneficiarão a compreensão do jogo de Futebol, e daí a necessidade da aquisição de destrezas motoras num sentido bilateral, evitando a habitual unilateralidade dos jogadores (isto é, aprendendo a executar as acções técnicas com ambos os pés).
Dever-se-á também evitar favorecer uma especialização precoce dos jovens, dando-lhes oportunidades de experimentarem várias posições em campo, à excepção dos guarda-redes, cuja posição tem de ser obrigatoriamente especializada desde o início.


Delimitação dos conteúdos a abordar:

Tal como em qualquer acção pedagógica, devem-se estipular os conteúdos a abordar de forma programada e sequenciada. Assim, seguem-se alguns elementos que são essenciais para a formação dos jovens. Não se trata de uma planificação de treino, mas sim de conteúdos que não devem ser esquecidos aquando de uma planificação.

Acções Individuais:

- Passe / Recepção;
- Condução;
- Drible / Marcação / Desarme;
- Condução para Remate / Remate.

Acções Colectivas:

- Desmarcações;
- Combinações;
- Dobra / Compensações.


Sequencialização dos Conteúdos:

Nesta fase, deverão ser abordadas em primeiro lugar as acções técnico-tácticas individuais, passando posteriormente para as colectivas. A ordem a adoptada para a transmissão das mesmas, passará pela mesma ordem sequencial estipulada nos conteúdos a abordar, que poderá ser ajustada, caso se justifique, em benefício dos jovens. Não obstante, tanto os conteúdos como a sequencialização destes deverá sempre seguir as seguintes normativas:

- Dos exercícios simples para os exercícios complexos;
- Das execuções lentas para as execuções rápidas;
- Dos jogos reduzidos para o jogo formal.

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Etapas a Percorrer no Ensino do Futebol

Desde o momento que se iniciam na prática do Futebol, até atingirem um nível de alto rendimento, os jovens devem (ou deveriam) passar por um processo de formação coerente em que haja uma progressão da aprendizagem distribuída por diferentes etapas, com objectivos, estratégias e conteúdos, adequados às suas diferentes fases de desenvolvimento.
Se pretendermos elevar o nível qualitativo dos nossos futebolistas, não podemos continuar a trabalhar ao acaso, assistindo à implementação dos mesmos conteúdos e dos mesmos métodos de treino quer se trate de atletas dos escalões de Infantis, Juvenis ou de Seniores.
O Futebol é um jogo que apresenta uma estrutura e um conjunto de situações demasiado complexas para os atletas mais jovens, nas suas primeiras fases de aprendizagem do jogo. Isto porque, como refere Garganta (2000), o jogador tem que, a um tempo, relacionar-se com a bola, e referenciar a sua situação no terreno de jogo, a posição dos colegas, dos adversários e das balizas.

Torna-se então fundamental criar no Futebol situações simples, que vão ao encontro das motivações dos praticantes, proporcionando-lhes formas simples, adaptadas às suas características e ao seu nível de desenvolvimento e que sejam facilitadoras de uma melhor aprendizagem do Futebol.

Podemos associar o ensino do Futebol a Um Processo de CONSTRUÇÃO. Assim, como na construção de uma casa começamos pelos alicerces, passando pelo soalho, as paredes, o telhado, etc., na “Construção” do jogador de Futebol, este vai paulatinamente integrar (por etapas) os diferentes elementos de jogo: Bola, Baliza, Adversário (s), Companheiro (s) e Equipa, por forma a que no final do seu processo de formação possa ter uma participação eficiente e eficaz na abordagem do jogo (formal).

O processo de formação de um jovem futebolista deverá então processar-se por objectivos de complexidade crescente de acordo com as seguintes etapas:

1ª Etapa – RELAÇÃO DO JOGADOR COM A BOLA (Eu e a Bola)

2ª Etapa – RELAÇÃO DO JOGADOR COM A BOLA E COM A BALIZA (Eu, a Bola e a Baliza)

3ª Etapa – RELAÇÃO DO JOGADOR COM A BOLA COM A BALIZA E COM O ADVERSÁRIO (O Duelo 1x1)

4ª Etapa – RELAÇÃO DO JOGADOR COM A BOLA, COM A BALIZA COM O COMPANHEIRO E COM O ADVERSÁRIO (O Jogo a 2)

5ª Etapa – RELAÇÃO DO JOGADOR COM A BOLA, COM A BALIZA COM OS COMPANHEIROS E COM OS ADVERSÁRIOS (O Jogo a 3)

6ª Etapa – RELAÇÃO DO JOGADOR COM A BOLA, COM A BALIZA COM OS ADVERSÁRIOS E COM A EQUIPA (O Jogo a 7)

Prof. Rui Pacheco

Futebol de 7 - Sistema Táctico: 3-2-1

Funcionamento:
Este sistema teve origem no 1-3-1-2, tendo como objectivo reforçar o meio campo, melhorando a distribuição do espaço e dos elementos nesse espaço de jogo.Assim, teremos 1 guarda-redes, 3 defesas, 2 médios centros e 1 avançado.Existem dois defesas laterais, podendo ter características ofensivas e defensivas, dependendo do nível físico-técnico-táctico dos alunos. O defesa central actua com grande sentido das coberturas, e dando início ao jogo de ataque.Dados que existem dois médios, um deles terá funções mais defensivas e o outro com funções mais ofensivas, jogando um ao lado do outro.O avançado deverá ter muita mobilidade, grande facilidade para desmarcações de apoio e de ruptura, bom nível para jogar de cabeça, boa velocidade e grande capacidade de remate.Este sistema oferece uma maior solidez defensiva ao permitir que os elementos estejam mais juntos no terreno de jogo. É mais semelhante com o futebol 11, com dois laterais que se incorporam no ataque, dois médios centros com funções muito parecidas ao futebol 11, e um avançado que joga mais isolado.

Vantagens:
Maior semelhança com o funcionamento táctico do futebol 11.
Melhor distribuição de espaços e elementos da equipa.
Melhora a eficácia defensiva.
Melhora a posse de bola pois não existem excessivas distâncias entre colegas.
Maior possibilidade de aproveitar espaços livres nos contra-ataques.

Desvantagens:
Em situação de ataque, podem existir poucas ajudas ao avançado se este sistema de jogo não estiver bem automatizado.
Exige um maior trabalho táctico para coordenar as acções colectivas.
Está mais vocacionado para utilizar em alunos de 10-11 anos pois exige uma maior capacidade de assimilação de conceitos tácticos.

in Bragafut

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Futebol de 7 - Sistema Táctico: 2-3-1

Funcionamento:
Este sistema teve a sua origem no 1-3-2-1, ao adiantar um dos defesas para a linha de meio campo. Tem também grandes afinidades com o futebol 11, especialmente em equipas de características mais ofensivas, ou perante equipas contrárias muito inferiores.Este sistema é uma boa aproximação para o 1-4-2-3-1 do futebol 11. Existe então, 1 guarda-redes, 2 defesas, 3 médios e 1 avançado.Os defesas são dois centrais, com muitas capacidades para as coberturas, muito rápidos, com qualidades técnicas para iniciar o jogo de ataque, fortes no jogo aéreo e eficazes nos desarmes.Os dois médios alas devem ser rápidos, com capacidades técnica e com facilidades de chegar à área contrária. O médio centro deverá ter todas as qualidades de um bom organizador de jogo e bom posicionamento táctico.o avançado deverá ser muito veloz, com capacidade de desmarcação, com qualidades para segurar a bola e possibilidade de fazer também trabalho defensivo.

Vantagens:
Grande semelhança ofensiva ao funcionamento do futebol 11, permitindo manter a posse de bola e fazer a progressão até à baliza contrária.
Maior agressividade defensiva pois permite pressionar com 4 jogadores o início do ataque da equipa contrária.
Maiores possibilidades de conseguir golo ao recuperar um grande número de bolas no campo contrário.

Desvantagens:
Demasiado espaço livre entre os defesas e o guarda-redes.
Exige um nível elevado de concentração pois necessita de uma grande intensidade de jogo. Um erro na pressão pode proporcionar facilmente um contra-ataque da equipa contrária com muitas possibilidades de golo, devido ao adiantamento das linhas de jogo ao tentar recuperar a bola.

in Bragafut

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Cuidados na Formação de Jovens Desportistas

Quando o assunto é preparar crianças e adolescentes no meio do futebol, a missão de um treinador não se restringe apenas a ensinar aspectos tácticos e técnicos. Por trabalhar com um material humano em plena fase de transformação, o Treinador precisa ter em mente, sobretudo nos momentos de cobrança, que está lidando com crianças, as quais ainda não estão preparadas para todos os obstáculos que terão pela frente.
E para tirar um melhor proveito desse momento da vida dos jovens, o técnico de futebol deve explorar principalmente o desenvolvimento motor de seus pupilos. Para isso, é necessário conhecer as condições de vida de cada um, as dificuldades e as facilidades que cada uma dessas crianças e adolescentes enfrentam.
Uma das “armas” mais importantes que um treinador precisa possuir é a paciência. Com clareza e simplicidade, ele deve sempre lembrar-se que está no papel central no processo de formação de atletas. Afinal, é raro identificar fora do desporto um número significativo de jovens que se submetem, de maneira voluntária, à autoridade de outra pessoa.
Por esses motivos, outra função natural assumida por um técnico de crianças e adolescentes é o de exemplo. Um acto impensado de um Treinador frente a essas crianças pode atrapalhar, e muito, o desenvolvimento de cada uma.

“De facto, eles lembrarão o que você fez muito tempo depois de terem esquecido o que você disse”, alerta Valdir J. Barbanti em seu livro “Formação de Esportistas”, que elucida todas as questões tratadas acima.
Ainda segundo o autor, existem basicamente dois enfoques referentes à capacidade de influenciar as pessoas. O positivo, que visa fortalecer acções desejáveis por meio da motivação, e o negativo, que consiste em eliminar comportamentos prejudiciais por meio de críticas e punições.
Comprovadamente, de acordo com Barbanti, o enfoque mais eficaz em relação aos jovens é o positivo. Uma simples recompensa, como um abraço ou aperto de mão, dada depois de uma acção positiva é fundamental no processo de aprendizagem. Afinal, crianças e jovens precisam saber que os erros acontecem. Mais que isso, não podem ter receio de agir. Eles necessitam ser encorajados sempre.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Erros comuns

O Treinador de futebol jovem enfrenta diversos problemas comuns…, mas todos podem ser evitados se lhes dedicarmos alguns pensamentos:

  • Instruções repetidas – Repetir as mesmas palavras e frases a uma criança confusa não as tornarão mais claras. Tente, em vez disso, formular questões tais como “ Porque pensas que a bola continua a passar acima da trave?” em vez de gritar “Remata a bola mais baixo!” a cada jogador.

  • Evite instruções complicadas – Se um exercício leva mais tempo a explicar do que a executar, será inútil. Explique o objectivo do exercício e dê aos jogadores a oportunidade de colocarem questões, se tiverem dúvidas.

  • Nunca insista num exercício que não funciona – Se o exercício está a correr mal e o caos se instala, é sempre melhor parar. Se continuar com um exercício em que se gerou a desordem, perderá a sua autoridade e o respeito dos jogadores. É melhor parar, passar a outro exercício e voltar à teoria.

  • Não se iluda – Não está a treinar o Brasil, a França ou a selecção Nacional. O futebol jovem não é o lugar adequado para demonstrar que é um génio táctico; o seu trabalho consiste em assegurar que as crianças apreciam o jogo.

  • Nunca perca a sua paixão pelo jogo – O entusiasmo é infeccioso e trará à superfície o melhor nos seus jogadores.

Familiaridade com a bola

Seria errado sugerir que a primeira tentativa de uma criança para pontapear uma bola exerce profunda influência no seu futuro no futebol, o que não significa que as primeiras experiências de uma criança neste jogo sejam insignificantes. A partir dos quatro anos, as crianças podem começar a aprender a correr correctamente, a posicionar o seu corpo para ir ao encontro de uma bola em movimento, como reagir a uma bola que salta ou rola e, mais importante, podem desenvolver uma opinião acerca do jogo.
Serão os pais, Professores e Treinadores que irão determinar se essa opinião será positiva ou negativa.

A paciência é uma qualidade essencial que qualquer treinador desportivo deve possuir, mas isto assume particular importância para os treinadores que trabalham com jogadores de futebol jovem. Contrariamente ao que alguns tradicionalistas possam pensar, pontapear uma bola não é a primeira coisa que se deve tentar ensinar a alguém que aspire a ser um jogador…As crianças devem primeiro adquirir familiaridade com a bola, ao mesmo tempo que desenvolvem os seus movimentos e a sua coordenação. Uma vez que a criança tenha dominado estas capacidades, poderá então, começar a aprender a arte de pontapear uma bola correctamente.

É importante que a habilidade com a bola seja desenvolvida desde tenra idade, mas isto não significa que as crianças se devam esforçar para aperfeiçoar uma “mudança de direcção à Cruyff” com a idade de quatro anos. Jogos simples, tais como atirar e agarrar uma bola leve, ajudam a ensinar às crianças o modo como uma bola reage de acordo com vários factores, e fornecerão valiosas bases para um desenvolvimento futuro.

Vencedor Torneio Pombal - Escolas B1 da A.D. Taboeira

A equipa de Escolas B1 da Associação Desportiva de Taboeira conquistou o Torneio Triangular do 1º de Maio do SC Pombal.
Depois de conquistar o Taboeira Cup, agora foi em Pombal, com uma vitória sobre o SC Pombal por 6-3 e uma vitória sobre o Touring de Mira por 9-1, o Taboeira conquistou o 1º lugar e o Melhor Marcador por Ricardo Torres com 6 golos.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Sistemas Tácticos no Futebol de 7

No mundo do futebol é bastante debatida a questão da utilização de sistemas tácticos de jogo nos escalões de formação, sendo um dos aspectos mais importantes qual o sistema táctico para cada um dos escalões.
É fundamental que os atletas percebam que o futebol é um jogo de conjunto, em que todos os companheiros têm de saber o que fazer em cada momento do jogo, defendendo ou atacando, sendo possuidor da bola ou não.
O futebol 7 deve ser entendido como um banco de provas e duma formação mais completa, quase integral, que permita dotar cada jogador de uma ampla gama de conhecimentos técnico-tácticos e físico-psíquicos, que dificilmente vão conseguir no futebol 11.
Deve-se aproveitar os jogos para conseguir que os jogadores aprendam a desenvolver-se em posições diferentes de forma a complementar a suas carências de forma a compreender melhor as características de uma determinada posição. Porque não colocar um jogador ofensivo como defesa para melhorar a sua capacidade de sacrifício, de marcação e recuperação da bola? Porque não adiantar um defesa a zonas de ataque de forma a obrigá-lo a decidir em pouco espaço e tempo, dando a possibilidade de finalizar os ataques?
Quando estes jogadores passarem ao futebol 11 vão ter certamente uma versatilidade em termos futebolísticos superior a outros jogadores que apenas se especializaram numa determinada posição. É muito importante ter jogadores que saibam atacar e defender com qualidade, pois o futebol é ataque e defesa, e quantos mais jogadores tenhamos em campo que saibam trabalhar as duas situações maior é a possibilidade de ganhar jogos.

in BragaFut